Em minha adolescência li quase toda a obra de JOSÉ DE ALENCAR e, principalmente, O GUARANI me cativou - sem falar em IRACEMA - . Fiz anotações, inúmeras anotações e guardei na memória a seguinte frase que me acompanha até hoje pela força da verdade que ela encerra.
Através de revistinhas, brinquedos, relatos você pode se recordar dos lindos dias de sua infância e voltar a sentir o gosto pela vida.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
´Veja e ouça a música: VIDA DE PESCADOR
Aqui está a letra:
A Vida De Pescador
Aqui está a letra:
A Vida De Pescador
Vou fazer o meu ranchinho na beira do rio só pra
mim pescá
Pra fugir do baruião da cidade grande pra não istressá
Lá eu fico amoitado jogo um farelinho pra cevar o poço
Até esqueço que no banco eu tô atolado até o pescoço
Ai como é difícil a vida do pescador
de noite ele enrosca o anzor na gaiada da taboca
De dia ele queima no sor dando banho na minhoca
Levanto de madrugada pego a minha enxada e começo a cavá
Mais é pra ranca minhoca pra fisgar uns bagres pra nóis armoçá
Depois ranco umas mandiocas e jogo na água prelas istragá
Pra cevar peixe graúdo eu faço de tudo pra não trabaiá
Ai como é difícil a vida do pescador
de noite ele enrosca o anzor na gaiada da taboca
De dia ele queima no sor dando banho na minhoca
Vou chamar o Anizião um cabocro bão pra tarrafiá
Ele da uma tarrafiada que precisa quatro pra poder puxá
Dias desses lá no córgo ele apichou a sua tarrafinha
Pegou cinco jiripoca uma onça parda e dezoito galinha
Ai como é difícil a vida do pescador
de noite ele enrosca o anzor na gaiada da taboca
De dia ele queima no sor dando banho na minhoca
Tudo aqui no meu ranchinho é bem simpresinho eu falar pro ceis
É um farturão danado nóis pega dourado e sorta tra veiz
A pexaiana miúda nóis tem uma vara que é pra compará
Se não der um metro e meio nóis sorta o bichinho preles miorá
Ai como é difícil a vida do pescador
de noite ele enrosca o anzor na gaiada da taboca
De dia ele queima no sor dando banho na minhoca
Quando vai escurecendo nóis vorta pro rancho é hora de jantá
Um arroz com cambuquira um franguinho caipira que é pra variá
Depois nóis ferra no truco joga umas partidas que é pra relaxá
Ai nóis vai dormir tranqüilo pra no outro dia nóis vorta pescá.
Pra fugir do baruião da cidade grande pra não istressá
Lá eu fico amoitado jogo um farelinho pra cevar o poço
Até esqueço que no banco eu tô atolado até o pescoço
Ai como é difícil a vida do pescador
de noite ele enrosca o anzor na gaiada da taboca
De dia ele queima no sor dando banho na minhoca
Levanto de madrugada pego a minha enxada e começo a cavá
Mais é pra ranca minhoca pra fisgar uns bagres pra nóis armoçá
Depois ranco umas mandiocas e jogo na água prelas istragá
Pra cevar peixe graúdo eu faço de tudo pra não trabaiá
Ai como é difícil a vida do pescador
de noite ele enrosca o anzor na gaiada da taboca
De dia ele queima no sor dando banho na minhoca
Vou chamar o Anizião um cabocro bão pra tarrafiá
Ele da uma tarrafiada que precisa quatro pra poder puxá
Dias desses lá no córgo ele apichou a sua tarrafinha
Pegou cinco jiripoca uma onça parda e dezoito galinha
Ai como é difícil a vida do pescador
de noite ele enrosca o anzor na gaiada da taboca
De dia ele queima no sor dando banho na minhoca
Tudo aqui no meu ranchinho é bem simpresinho eu falar pro ceis
É um farturão danado nóis pega dourado e sorta tra veiz
A pexaiana miúda nóis tem uma vara que é pra compará
Se não der um metro e meio nóis sorta o bichinho preles miorá
Ai como é difícil a vida do pescador
de noite ele enrosca o anzor na gaiada da taboca
De dia ele queima no sor dando banho na minhoca
Quando vai escurecendo nóis vorta pro rancho é hora de jantá
Um arroz com cambuquira um franguinho caipira que é pra variá
Depois nóis ferra no truco joga umas partidas que é pra relaxá
Ai nóis vai dormir tranqüilo pra no outro dia nóis vorta pescá.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
General JOSÉ NOGUEIRA DE ABREU CHAGAS
Cel José Nogueira de Abreu Chagas
14 Mar 56 a 13 Jun 57
Meu tio e padrinho, General JOSÉ NOGUEIRA DE ABREU CHAGAS foi comandante do 8º BIMTZ - 8º Batalhão de Infantaria, no Rio Grande do Sul.
Foi, também, comandante do 12 RI - Regimento de Infantaria, em Belo Horizonte, MG.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
LEMBRANÇAS EM PEDAÇOS
LEMBRANÇAS EM PEDAÇOS
Marco Aurélio Chagas
Na esquina de minha casa,
D. Leontina, aleijada,
no armazém do seu Caleb,
pedia esmola, a coitada!
No armazém do seu Malva,
lá no outro quarteirão,
a gente ia ali comprar
fieira para o peão.
Na loja do seu Tanaka
após o Cine Regente,
Cana Síria ia comprar.
Havia ali muita gente!
Iamos ao Praia Clube,
na manhã de domingo.
No almoço a macarronada.
A tarde jogava bingo.
No final do mês de junho
das férias, era o início,
comemorando São Pedro
e terminando o suplício.
Faziam parte da vida,
bola de gude e peão,
sem falar do papagaio
que ia ao ar, que emoção!
Após as chuvas, a finca
era o brinquedo ideal,
jogada ao solo molhado,
lá no fundo do quintal.
A noitinha mãe-da-rua
toda criança brincava,
indo de um lado a outro
num pé só que se pulava.
O chicotinho queimado
a garotada gostava,
frio, quente, quente, frio
e o escondido se achava.
Maria Viola também
era muito divertido:
com quem agora está a bola
que alguém havia escondido.
Nessas férias escolares
brincadeiras não faltavam.
Manhãs e tardes inteiras
e que a todos agradavam.
***
Marco Aurélio Chagas
Na esquina de minha casa,
D. Leontina, aleijada,
no armazém do seu Caleb,
pedia esmola, a coitada!
No armazém do seu Malva,
lá no outro quarteirão,
a gente ia ali comprar
fieira para o peão.
Na loja do seu Tanaka
após o Cine Regente,
Cana Síria ia comprar.
Havia ali muita gente!
Iamos ao Praia Clube,
na manhã de domingo.
No almoço a macarronada.
A tarde jogava bingo.
No final do mês de junho
das férias, era o início,
comemorando São Pedro
e terminando o suplício.
Faziam parte da vida,
bola de gude e peão,
sem falar do papagaio
que ia ao ar, que emoção!
Após as chuvas, a finca
era o brinquedo ideal,
jogada ao solo molhado,
lá no fundo do quintal.
A noitinha mãe-da-rua
toda criança brincava,
indo de um lado a outro
num pé só que se pulava.
O chicotinho queimado
a garotada gostava,
frio, quente, quente, frio
e o escondido se achava.
Maria Viola também
era muito divertido:
com quem agora está a bola
que alguém havia escondido.
Nessas férias escolares
brincadeiras não faltavam.
Manhãs e tardes inteiras
e que a todos agradavam.
***
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